A juíza Araceli Martínez-Olguín concedeu uma moção de emergência do grupo Block the Merger pouco antes da audiência desta quinta-feira (24) que teria como objetivo fazer uma avalição sobre a Paramount e os procuradores-gerais na ação antitruste pela compra da Warner Bros. Discovery e que agora irão precisar cumprir novas exigências para o acordo acontecer
“O decreto é fraco, inexequível e deixa trabalhadores, jornalistas e consumidores para trás. Nenhuma quantidade de spin muda isso”, afirmaram as empresas Free Press, Committee for the First Amendment, Freedom of the Press Foundation, Future Film Coalition e International Documentary Association
Jessica J. González, co-CEO da Free Press, disse que o acordo “nos deixa na mão” e que a decisão da juíza permite que o público seja ouvido. Mara Verheyden-Hilliard, advogada da Primeira Emenda, afirmou que o decreto “não beneficia ninguém além da família proprietária da Paramount e daqueles que usarão a consolidação como força para suprimir expressões indesejadas”.
