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A Maravilhosa Árvore Encantada

Eu acredito em mágica. Eu acredito em mágica. Eu acredito em mágica. Publicidade A Maravilhosa Árvore Encantada encontra seu maior mérito em algo bastante simples: lembrar que imaginar também faz parte de crescer. Baseado na série de livros da britânica...

Sumário

Eu acredito em mágica.

Eu acredito em mágica.

Eu acredito em mágica.

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A Maravilhosa Árvore Encantada encontra seu maior mérito em algo bastante simples: lembrar que imaginar também faz parte de crescer.

Baseado na série de livros da britânica Enid Blyton, publicada originalmente entre 1939 e 1946, o filme dirigido por Ben Gregor acompanha uma família que deixa a cidade grande para recomeçar no interior. Tim e Polly, vividos por Andrew Garfield e Claire Foy, levam os três filhos para uma nova vida, longe das telas e da rotina acelerada. É nesse cenário que as crianças descobrem uma árvore mágica capaz de transportá-las para diferentes mundos fantásticos.

A premissa é bastante simples e a fantasia funciona como contraponto a uma infância cada vez mais cercada por tecnologia e como uma forma de reconectar uma família que havia perdido parte da capacidade de simplesmente estar junta.

Andrew Garfield e Claire Foy ajudam a história a conversar também com os adultos. Afinal, a magia não deveria ser uma coisa que abandonamos quando crescemos. Existe algo de Peter Pan, que tenho como referência, nessa ideia de que amadurecer não precisa significar esquecer completamente quem fomos.

Inventar mundos, acreditar no impossível e descobrir que uma árvore pode ser muito mais do que uma árvore era uma ideia legal um tempo atrás e nos dias chatos precisamos lembrar disso, seja num livro ou num filme ou quem sabe num texto, filme, algo que queiramos criar.

A Maravilhosa Árvore Encantada não é exatamente um grande filme. Seu roteiro é previsível e algumas possibilidades poderiam ter sido exploradas com mais profundidade. Exemplo a vilã interpretada por Rebecca Ferguson, que parece ter tido outras cenas que não chegaram na montagem final.. Mas existe sinceridade em sua proposta, e isso tem valor.

Nem todo filme precisa ser extraordinário para encontrar seu lugar. Alguns só precisam nos lembrar de acreditar.

Para colocar no letterboxd metade das estrelas, mas se você acredita em mágica pode ser um pouco mais.

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Claudio Rosa
Sobre o autor Claudio Rosa

Uma pessoa que pensa através do cinema. Curte bastante os filmes dos anos 90, acredita que cada obra carrega algo sobre quem somos, nossas memórias, contradições o que nos torna humanos. Porque o cinema não apenas conta histórias: ele nos conecta. Fundador do projeto IntoMyCinema, colabora no Spanglish Cinema, escreve sobre a experiência que o cinema proporciona.

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