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Primeiras impressões: Resident Evil (2026)

Resident Evil

Uma nova esperança para a franquia de terror Assisti aos 30 primeiros minutos de Resident Evil e saí do cinema extremamente animada para conferir o filme completo no dia 17 de setembro. O pouco que foi apresentado já conseguiu entregar...

Sumário

Uma nova esperança para a franquia de terror

Assisti aos 30 primeiros minutos de Resident Evil e saí do cinema extremamente animada para conferir o filme completo no dia 17 de setembro. O pouco que foi apresentado já conseguiu entregar algo que há muito tempo a franquia precisava: uma sensação de novidade e uma vontade genuína de descobrir o que vai acontecer a seguir.

Desde o começo, o filme consegue prender a atenção do público. Para quem conhece o trabalho de Zach Cregger, sabe que o diretor gosta de construir histórias em que nem tudo está acontecendo apenas no quadro principal. Existem detalhes escondidos, elementos acontecendo ao redor dos personagens e uma sensação constante de que existe algo maior por trás daquilo que estamos vendo.

E com Resident Evil essa característica parece estar ainda mais presente.

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Referências aos jogos e uma atmosfera de mistério

Um dos grandes acertos desses primeiros minutos é a forma como o filme utiliza referências aos jogos. Elas aparecem de maneira bem colocada, sem parecer apenas uma tentativa de agradar os fãs mais antigos.

A produção parece entender que Resident Evil não é apenas sobre criaturas e sobrevivência, mas também sobre criar uma atmosfera de tensão, mistério e descoberta. Cada detalhe apresentado parece ter um propósito, criando uma expectativa sobre como essa história vai se desenvolver.

O filme consegue equilibrar a homenagem ao material original com uma identidade própria, algo que sempre foi um grande desafio para as adaptações da franquia.

Austin Abrams é um dos grandes destaques

Outro ponto que chama atenção é a atuação de Austin Abrams no papel de Bryan. Mesmo com pouco tempo apresentado, o personagem já demonstra potencial e Abrams consegue entregar uma atuação muito interessante, trazendo uma mistura de vulnerabilidade e intensidade.

É uma atuação que ajuda a carregar esses primeiros momentos e aumenta ainda mais a curiosidade para entender o caminho que o personagem irá seguir dentro da trama.

Uma ansiedade que a franquia precisava recuperar

O pouco que foi possível conferir não decepcionou. Pelo contrário: pela primeira vez depois de muitos filmes de Resident Evil, senti uma ansiedade real para acompanhar a história até o fim e descobrir até onde aquela narrativa poderia chegar.

A franquia passou por diferentes fases no cinema, mas muitas vezes perdeu justamente aquilo que tornava os jogos especiais: a sensação de entrar em um mundo desconhecido e perigoso.

Esses primeiros 30 minutos mostram que Zach Cregger parece entender essa essência e quer entregar algo diferente.

Zach Cregger promete uma experiência única

Novamente, Zach Cregger demonstra sua habilidade de criar filmes que deixam o público com a sensação de ter assistido a algo inesperado. Seu trabalho sempre busca fugir do convencional e criar experiências que continuam na cabeça depois da sessão.

Se esses primeiros minutos forem um reflexo do restante do filme, Resident Evil pode ser uma das maiores surpresas do gênero nos últimos anos.

Agora resta esperar até 17 de setembro para descobrir se essa promessa será cumprida, mas uma coisa é certa: depois dessa prévia, a expectativa aumentou bastante.

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Marina Bueno
Sobre o autor Marina Bueno

Apaixonada por cultura pop, teatro e musicais. Fã de Wicked, da Supergirl e de histórias inspiradoras, encontrei nos palcos e nas telas minha maior fonte de entretenimento. Corinthiana de coração, valorizo a emoção das grandes apresentações, seja em um espetáculo musical ou em uma partida de futebol.

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