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Crítica: Resident Evil 3: Nemesis (1999)

Poucos anos depois do lançamento de Resident Evil 2, a Capcom retorna com Resident Evil 3: Nemesis, que consegue talvez trazer um dos vilões mais aterrorizantes e uma das melhores inteligências artificiais até para a sua época. Sinopse: A história...

Sumário

Poucos anos depois do lançamento de Resident Evil 2, a Capcom retorna com Resident Evil 3: Nemesis, que consegue talvez trazer um dos vilões mais aterrorizantes e uma das melhores inteligências artificiais até para a sua época.

Sinopse:

A história acompanha a ex-agente dos S.T.A.R.S., Jill Valentine, tentando escapar da cidade infestada, enquanto é caçada implacavelmente por Nemesis, uma arma biológica superinteligente e indestrutível enviada pela Umbrella Corporation para eliminar todas as testemunhas.

Depois de Resident Evil 2, que entregou um jogo tão bom quanto o primeiro, um ano depois chegava Resident Evil 3: Nemesis, onde temos Jill como protagonista e aqui a Capcom já mostra um domínio completo e encerra a sua primeira trilogia da franquia.

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O jogo para PlayStation 1 entrega uma versão que te coloca a todo momento em perigo, uma experiência de tensão constante. Raccoon City é aterrorizante, o clima é pesado, tenso e te deixa à flor da pele, principalmente em momentos que o jogo retorna ao período anterior ao segundo jogo.

O jogo tem um sistema de escolhas brilhante, que te faz seguir por diferentes caminhos, e com uma protagonista carismática, Jill é uma das personagens mais icônicas da franquia Resident Evil. Aqui, quando estamos na pele dela, estamos dentro desse perigo.

A inteligência artificial do vilão Nemesis é surpreendente para um jogo com quase 30 anos. Você não pode vacilar. A Capcom soube trabalhar bem isso e colocar um vilão forte, que representa o verdadeiro perigo, não facilitando a vida do jogador e exigindo adaptação constante.

Mas mesmo assim, a mecânica parece repetitiva em relação ao segundo jogo. Tirando a inteligência artificial, que já era boa e aqui é aprimorada, parece que em um ano não trouxeram nada de novo, acabando sendo um grande repeteco do que já tinha sido feito no jogo anterior, sem aquele sentimento de inovação, principalmente em seus cenários.

Resident Evil 3: Nemesis entrega um bom jogo, mesmo com uma duração curta comparada aos demais jogos anteriores. Ainda assim, entrega um produto qualificado que, para os fãs da franquia, continua valendo e muito a pena.

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Marina Bueno
Sobre o autor Marina Bueno

Apaixonada por cultura pop, teatro e musicais. Fã de Wicked, da Supergirl e de histórias inspiradoras, encontrei nos palcos e nas telas minha maior fonte de entretenimento. Corinthiana de coração, valorizo a emoção das grandes apresentações, seja em um espetáculo musical ou em uma partida de futebol.

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