Pimenta Nerd

A sua dose certa de Nerdice

v

Critica: Harold e o Lápis Magico(2024)

Um doce conto infantil Chegou ao Max o novo filme de Carlos Saldanha, renomado diretor brasileiro conhecido por Rio e Touro Ferdinando. Desta vez, ele nos apresenta uma obra infantil em live action protagonizada por Zachary Levi. Mas será que...

Sumário

Um doce conto infantil

Chegou ao Max o novo filme de Carlos Saldanha, renomado diretor brasileiro conhecido por Rio e Touro Ferdinando. Desta vez, ele nos apresenta uma obra infantil em live action protagonizada por Zachary Levi. Mas será que o filme cumpre seu papel? Vamos descobrir.

Sinopse: Adaptado do romance infantil de Crockett Johnson (1955), Harold e o Lápis Mágico conta a história de Harold (Zachary Levi), um menino de 4 anos que cria um mundo mágico usando apenas duas coisas muito preciosas: sua imaginação e um lápis roxo! Dentro de seu livro, Harold pode dar vida a qualquer coisa simplesmente desenhando com o lápis mágico. No entanto, ao crescer e começar a desenhar fora das páginas do livro, ele descobre que o mundo real é mais complexo do que imaginava. Além disso, o lápis mágico pode desencadear travessuras hilárias, muitas vezes fora de seu controle. Quando o poder da imaginação ilimitada cai em mãos erradas, Harold e seus amigos precisarão usar toda a criatividade para salvar o mundo real e o próprio universo de Harold.

Desde os primeiros minutos, fica claro que o filme não pretende reinventar a roda. Ele segue todas as batidas clássicas de uma história infantil e, em muitos momentos, sua criatividade remete a obras recentes como Amigos Imaginários de John Krasinski.

Zachary Levi entrega uma performance no modo automático, muito parecida com seu papel em Shazam: brincalhão e sonhador, sendo praticamente ele mesmo. Zoey Deschanel e Benjamin Bottani também não se destacam, assumindo papéis que funcionam mais como alívios cômicos do que como personagens memoráveis.

O ponto alto do filme está na construção de seu mundo, especialmente o conceito do lápis mágico que coloca a imaginação no centro de tudo. Há momentos genuinamente criativos e encantadores, principalmente para o público infantil, que certamente se maravilhará com o universo criado.

Mas, sabe de uma coisa? Nada disso realmente importa. Mesmo sendo simples e longe de inovador, o filme consegue arrancar sorrisos e deixar o espectador com uma sensação de leveza. E, quando chega ao fim, há uma certa tristeza por se despedir desse doce conto que, apesar de sua simplicidade, conquista.

Compartilhe em suas redes sociais

Marina Bueno
Sobre o autor Marina Bueno

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pimenta Nerd Recomenda